Harald V da Noruega: os motivos da ausência de Emmanuel e Brigitte Macron nos funerais reais

O rei Harald V faleceu no 28 de agosto de 2026 aos 89 anos, e seu funeral de Estado está marcado para o 9 de setembro às 13 horas na catedral de Oslo. Você saberá aqui, sem rodeios, por que Emmanuel Macron e Brigitte Macron estarão ausentes e quem representará a França durante essas exéquias reais.

Em resumo: o Palácio do Eliseu e Matignon explicam uma agenda diplomática travada em Paris (Cúpula da Luz, visita de Estado sul-coreana e abertura da Cúpula Internacional do Espaço), da qual a decisão de enviar o Primeiro-ministro para preservar as relações internacionais decorre.

Contexto das exéquias reais em Oslo

O Palácio Real de Oslo comunicou o protocolo: a cerimônia ocorrerá na catedral de Oslo, conduzida por Olav Fykse Tveit e pelo bispo Sunniva Gylver. A rainha Sonja, o rei Haakon e a família real receberão delegações vindas da Europa e de outros lugares. Milhares de noruegueses deixam flores em frente ao palácio, sinal de luto nacional após um reinado de mais de trinta e cinco anos.

As razões oficiais para a ausência do casal presidencial

O Palácio do Eliseu esclarece que a agenda presidencial é incompatível com uma viagem no 9 de setembro. No 7 de setembro, Emmanuel Macron copreside a Cúpula da Luz em Saint-Paul-de-Vence com o presidente sul-coreano Lee Jae-myung, e depois recebe a delegação coreana para um jantar de Estado. No 9 de setembro, ele inaugura a Cúpula Internacional do Espaço no Grand Palais: esses compromissos diplomáticos explicam a ausência do casal e constituem a principal razão invocada por Paris.

Sébastien Lecornu em Oslo: uma representação de alto nível

A França será representada pelo Primeiro-ministro Sébastien Lecornu, escolhido para garantir uma presença oficial e contínua. Lecornu conhece a Noruega por ter participado em junho de 2025 da delegação presidencial, de um banquete de Estado e de visitas militares, experiência mencionada pela imprensa. Enviar o chefe do governo garante a gestão protocolar e simbólica das relações bilaterais durante essas exéquias reais.

Impacto diplomático e memória do soberano

No que diz respeito às relações internacionais, a ausência do casal presidencial é compensada por uma presença francesa de alto nível. O laço histórico entre Paris e Oslo remonta a visitas de Estado, incluindo a vinda do rei Harald à França em março de 2000. Emmanuel Macron prestou homenagem ao soberano, destacando seu papel em fortalecer os laços franco-noruegueses, formulação que foi retomada por vários meios de comunicação franceses que explicaram a escolha diplomática.

Para saber mais sobre a representação francesa, o protocolo e o vínculo pessoal entre a França e a Noruega, consulte este artigo do Gala e descubra mais sobre Sébastien Lecornu e os laços com a família Macron em sebastien-auziere.fr.

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